sábado, 30 de janeiro de 2010
domingo, 24 de janeiro de 2010
Não vás embora
Não vás. Não te vás embora por favor. Nós queremos-te cá, eu quero ter-te ao meu lado.
Nunca me senti assim, não, não vás. Foge, corre, fica e não vás. Quero sentir o teu rosto, a tua pele na minha, quero ser tua, sê minha. Não vás, eu morro se fores.
As minhas últimas palavras são de amor, as minhas primeiras são de paixão. Não deixes que aconteça, não te vás. Leva-me contigo mas não vás. Amo-te. Morro sem ti. Não te vás embora.
Nunca me senti assim, não, não vás. Foge, corre, fica e não vás. Quero sentir o teu rosto, a tua pele na minha, quero ser tua, sê minha. Não vás, eu morro se fores.
As minhas últimas palavras são de amor, as minhas primeiras são de paixão. Não deixes que aconteça, não te vás. Leva-me contigo mas não vás. Amo-te. Morro sem ti. Não te vás embora.
JOANNA
domingo, 3 de janeiro de 2010
Best Forum Ever!
Bom, um dia destes uma grande amiga minha resolveu fazer um fórum e eu achei muito boa ideia. Este une 4 big amigas com outras pessoas igualmente interessantes. Passem por lá e registem-se se gostarem! ^^
http://ccba-emo.forumeiros.com/portal.htm
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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
sábado, 12 de dezembro de 2009
Um dia na vida de uma alcoólica
“Olá, eu sou a Ana e sou alcoólica”. Sou alcoólica.
Não me é fácil admitir.
Tudo começou há uns dois anos atrás quando experimentei a minha primeira cerveja e o primeiro cigarro com amigos. Não parecia nada demais, mas com o passar do tempo fui sentindo necessidade de continuar por aquele caminho.
Por isso continuei até chegar a caminhos contínuos. Comecei a beber enquanto fumava e o álcool mostrou ser muito mais eficaz.”Olá, sou alcooólica.”
Não vos conto porque é que estou aqui hoje. Sou assim, queria muito ser a melhor e sempre que bebo sinto-me a melhor de todas. Sinto-me fraca hoje.
Não bebo há dois dias e estou a ficar maluca. Os problemas amontoam-se e a minha garrafa ainda está meia cheia.
Mas então vou contar o porquê disto tudo: quando eu era pequena, o meu pai batia-me e um dia a minha mãe fugiu comigo para longe daquela casa infernal. Ainda tenho marcas desses dias. Cinco anos passados de não o ver, a minha mãe adoeceu e o meu pai reentrou na nossa vida. Digo adoeceu mas ela não estava doente, não fisicamente.
Só aos 16 anos é que consegui ver-me livre daquela prisão. E depois encontrei o meu amigo.
“Olá, como estão hoje? Eu sou a Ana… já não bebo há dois dias e estou…sinto que preciso do meu amigo, sabem? Temos um amigo em comum, nós todos aqui, nesta sala pérfida.”
Sou livre, faço as minhas escolhas, mas hoje sinto-me fraca. Hoje comprei uma cerveja e deitei--a pelo ralo abaixo. Não fiquei mais feliz por isso, mas pensei que talvez assim conseguisse viver mais um dia. Só mais um… Sinto que desaparecerei se não me curar.
“Sabem?”
“Sim, sabemos. Sentimos o mesmo que tu, Ana”
“Estou aqui hoje para dizer que não bebo há dois dias, e espero sobreviver até ao terceiro.”
Não me é fácil admitir.
Tudo começou há uns dois anos atrás quando experimentei a minha primeira cerveja e o primeiro cigarro com amigos. Não parecia nada demais, mas com o passar do tempo fui sentindo necessidade de continuar por aquele caminho.
Por isso continuei até chegar a caminhos contínuos. Comecei a beber enquanto fumava e o álcool mostrou ser muito mais eficaz.”Olá, sou alcooólica.”
Não vos conto porque é que estou aqui hoje. Sou assim, queria muito ser a melhor e sempre que bebo sinto-me a melhor de todas. Sinto-me fraca hoje.
Não bebo há dois dias e estou a ficar maluca. Os problemas amontoam-se e a minha garrafa ainda está meia cheia.
Mas então vou contar o porquê disto tudo: quando eu era pequena, o meu pai batia-me e um dia a minha mãe fugiu comigo para longe daquela casa infernal. Ainda tenho marcas desses dias. Cinco anos passados de não o ver, a minha mãe adoeceu e o meu pai reentrou na nossa vida. Digo adoeceu mas ela não estava doente, não fisicamente.
Só aos 16 anos é que consegui ver-me livre daquela prisão. E depois encontrei o meu amigo.
“Olá, como estão hoje? Eu sou a Ana… já não bebo há dois dias e estou…sinto que preciso do meu amigo, sabem? Temos um amigo em comum, nós todos aqui, nesta sala pérfida.”
Sou livre, faço as minhas escolhas, mas hoje sinto-me fraca. Hoje comprei uma cerveja e deitei--a pelo ralo abaixo. Não fiquei mais feliz por isso, mas pensei que talvez assim conseguisse viver mais um dia. Só mais um… Sinto que desaparecerei se não me curar.
“Sabem?”
“Sim, sabemos. Sentimos o mesmo que tu, Ana”
“Estou aqui hoje para dizer que não bebo há dois dias, e espero sobreviver até ao terceiro.”
Um dia na vida de...
A partir de hoje vou dedicar o meu tempo a escrever textos do género de testemunhos intitulados "um dia na vida de". São relatos totalmente ou parcialmente ficcionais. Espero que gostem ;)
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