quinta-feira, 20 de novembro de 2008
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Esta minha escuridão
Esta minha escuridão de alma
Negros véus que cobrem minha mente
Panos pingados de sangue
Meus estão olhos manchados.
Meus tristes amores, obscuros pensamentos
Negras manifestações de contentamento
Cobertas por renda preta
Escura como minha alma
Tristes são os meus dias
Infelizes são as horas,
As minhas alegrias
Magoadas lágrimas choradas
Aguadas de sangue negro, sofrimento
Minhas almas encarceradas
Neste triste pensamento
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Antes que o céu caia
Antes que os vidros se partam, protege-me
Antes que o céu caia, aquece-me
Antes que o fim chegue, ajuda-me
Antes de te ires, encontra-me.
Não te vás embora
Agora que não me sinto só.
Não te vás com o tempo
E antes que os vidros se partam,
abraça-me.
Afaga-me este meu choro,
Limpa-me as águas que caiem sobre o meu rosto.
Segue este meu sentimental coro,
De sopros e suspiros
Este meu riso roto,
Este meu sorriso torto
Não te vás agora
Antes dos vidros se partirem.
E antes que o vento leve o tempo,
Abraça-me.
sábado, 8 de novembro de 2008
neblina
Para onde quer que olhe só vejo tristeza, obscuridade, frieza.
Todos partiram numa viagem sem rumo para vidas sem fim.
Todos sairam, sem saberem quando voltam.
Para onde foram as fontes, para onde foram as nascentes de maior inspiração?
Todos esqueceram, todos esquecerão.
Porque aquilo que nos rodeia mata-nos o ar, sufoca-nos a visão e afaga-nos as palmas das mãos.
Não enchergo futuro nem fim para a neblina que por cima de nos foi criada, e em que fomos forçados a mergulhar.
Mas, então, que fazemos agora?
Apenas resta lutar, lutar por aquilo que nos é querido, por aquilo em que ponderamos ser o melhor.Para que um dia o melhor seja a vida.
Todos partiram numa viagem sem rumo para vidas sem fim.
Todos sairam, sem saberem quando voltam.
Para onde foram as fontes, para onde foram as nascentes de maior inspiração?
Todos esqueceram, todos esquecerão.
Porque aquilo que nos rodeia mata-nos o ar, sufoca-nos a visão e afaga-nos as palmas das mãos.
Não enchergo futuro nem fim para a neblina que por cima de nos foi criada, e em que fomos forçados a mergulhar.
Mas, então, que fazemos agora?
Apenas resta lutar, lutar por aquilo que nos é querido, por aquilo em que ponderamos ser o melhor.Para que um dia o melhor seja a vida.
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
love with a twist
Self called love, self called hate anthem
Don't you see me cry, can't you ear me scream over them?
Irony, Irony,
She said she loved me
Prejudice, Prejudice
It's love with a twist.
The resolt of your fixation
And your determination
is a dreadfull combination of pain.
Call me, Call me
Just tell me you miss it
Hold me, Hold me
Just let me hold you tight.
Oh, can't you see I sufer?
Oh baby, can't you see me bleed?
'Cas I just hopped to see you last night
And now I don't know why
But I'm falling apart.
Oh baby, why?
Because the resolt of your fixation
And your determination
is a dreadfull combination of pain.
Oh, what a shame,
Jane, let me tell you a secret:
I was in love with you
Their prejudice made it love with a twist.
But the irony, oh the irony, the prejudice
Made it love with a twist.
Don't you see me cry, can't you ear me scream over them?
Irony, Irony,
She said she loved me
Prejudice, Prejudice
It's love with a twist.
The resolt of your fixation
And your determination
is a dreadfull combination of pain.
Call me, Call me
Just tell me you miss it
Hold me, Hold me
Just let me hold you tight.
Oh, can't you see I sufer?
Oh baby, can't you see me bleed?
'Cas I just hopped to see you last night
And now I don't know why
But I'm falling apart.
Oh baby, why?
Because the resolt of your fixation
And your determination
is a dreadfull combination of pain.
Oh, what a shame,
Jane, let me tell you a secret:
I was in love with you
Their prejudice made it love with a twist.
But the irony, oh the irony, the prejudice
Made it love with a twist.
sábado, 1 de novembro de 2008
Mundo perdido
Que faz o mundo
Perdido num rio de esperança,
Num mar de incerteza?
Que faz o céu,
As nuvens no teu olhar,
As lágrimas no ar?
Que fazem as gentes,
Perdidas nas correntes
Deste oceano que é a vida?
Onde está a âncora,
O porto seguro do nosso futuro?
Onde está a vida,
Onde está a morte,
Onde está a nossa sorte?
Que faz o mundo
Surdo pelos canos das armas,
Perdido na esperança
De uma certeza incerta?
Sol e arco -íris no céu

O Sol que me aquece não é o mesmo para todos.
Há quem prefira a chuva; há quem goste mais do arco-íris.
Aquilo que nos leva a sermos nós próprios são as estrelas, as nuvens , o Sol, o céu: a vida. Nascemos assim e assim ficaremos.
Quem não compreende porque é que se prefere a chuva ao sol, as nuvens ao céu límpido?Quem é que não sabe o que é preferir o arco-íris?
Há quem saiba e acredite no arco-íris.
Todos somos diferentes, mas iguais a nós próprios. E por isso não se deve descriminar quem prefere o arco-íris. Porque a discriminação sempre existiu, existe, mas esperemos que um dia deixe de existir.
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